-
entrelinhas #1
Janeiro finalmente chegou ao fim. Um mês que passou devagar, mas carregado de pequenas coisas acontecendo por dentro e por fora. O Entrelinhas nasceu como um post para deixar escapar aquilo que não virou vídeo, nem conversa — até às pequenas coisas — porque algumas experiências só encontram sentido quando viram palavras.
-
Conto: um sábado a noite
Eu sempre gostei muito de escrever, lembro que aos 14, tentei escrever um livro, que claramente não consegui continuar, mas eu tenho vivido momentos diferentes na minha vida, momentos em que eu tenho aprendido a lidar com os meus próprios conflitos, e a escrita tem sido minha terapia e eu to amando voltar a escrever, talvez consiga destravar essa ideia de colocar os meus contos apenas pra mim…
-
Me conheça
Voltar a blogar, é algo que reativou tanta coisa na minha cabeça. Revivi momentos muito bons e um deles foi me fazer estar de volta a quem eu sempre fui, aquela pessoa que ama escrever e colocar em palavras escritas, aquilo que não sai da minha boca. E estar no grupo WOA, fez toda a diferença, tags era a febre quando blogs eram moda, e eu fui indicada com honra, pela Luly, Igor e todo o grupo WOA.
-
Sobre viajar sozinha
Quando decidi viajar, eu ainda estava em Minas Gerais, vivendo férias leves e tranquilas. A verdade é que eu não queria voltar para a minha realidade tão cedo. Ainda tinha mais uma semana de descanso pela frente e ficar em Campinas não era uma opção que brilhava os meus olhos. O calor escaldante, a sensação de ainda estar de férias… e aquela indagação insistente: e se…?
-
manifestando 2026
Eu honro tudo o que vivi. Não diminuo o que foi, nem romantizo o que doeu.
Reconheço: fez sentido naquele tempo, para aquela versão de mim. Hoje, eu escolho diferente. Não por ressentimento, mas por consciência.Não por falta de amor, mas por amor próprio.Eu aprendi a me entregar. Aprendi a confiar.
Aprendi a sentir sem me esconder. E também aprendi — talvez a lição mais difícil — o limite entre participação e perda de mim. -
último domingo de 2025
O despertador começou a tocar às 5h10.
A ideia inicial era acordar para correr e ainda ver o nascer do sol. Eu acordei, coloquei minha roupa, olhei pela janela… o sol já estava nascendo. Mas com o cansaço que eu estava sentindo, pensei: vou deitar mais um pouco e sair umas 6h30.Deixei o corpo falar mais alto. O cansaço mental e físico precisava de descanso. E das 6h30, eu levantei só às 8h30. Me permiti, mais uma vez, ter um momento pra mim. Férias, sem compromissos. Por que não ficar um pouco mais na cama? Por que simplesmente não viver um pouco mais, naquele ditado lindo da Itália: Dolce far niente.
-
me permitindo viver…
Um domingo chuvoso, série na TV e uma vontade louca de escrever. Parece até brincadeira quando eu penso e enxergo a vida que estou vivendo, morando sozinha, num momento meu, escrevendo, luz baixa, eu vi essa vida passar na minha cabeça por tantos anos, e hoje estou vivendo essa vida que sempre esteve nos meus pensamentos. E é engraçado como não enxergamos e não nos permitimos viver…















