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manifestando 2026
Eu honro tudo o que vivi. Não diminuo o que foi, nem romantizo o que doeu.
Reconheço: fez sentido naquele tempo, para aquela versão de mim. Hoje, eu escolho diferente. Não por ressentimento, mas por consciência.Não por falta de amor, mas por amor próprio.Eu aprendi a me entregar. Aprendi a confiar.
Aprendi a sentir sem me esconder. E também aprendi — talvez a lição mais difícil — o limite entre participação e perda de mim. -
último domingo de 2025
O despertador começou a tocar às 5h10.
A ideia inicial era acordar para correr e ainda ver o nascer do sol. Eu acordei, coloquei minha roupa, olhei pela janela… o sol já estava nascendo. Mas com o cansaço que eu estava sentindo, pensei: vou deitar mais um pouco e sair umas 6h30.Deixei o corpo falar mais alto. O cansaço mental e físico precisava de descanso. E das 6h30, eu levantei só às 8h30. Me permiti, mais uma vez, ter um momento pra mim. Férias, sem compromissos. Por que não ficar um pouco mais na cama? Por que simplesmente não viver um pouco mais, naquele ditado lindo da Itália: Dolce far niente.





