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manifestando 2026
Eu honro tudo o que vivi. Não diminuo o que foi, nem romantizo o que doeu.
Reconheço: fez sentido naquele tempo, para aquela versão de mim. Hoje, eu escolho diferente. Não por ressentimento, mas por consciência.Não por falta de amor, mas por amor próprio.Eu aprendi a me entregar. Aprendi a confiar.
Aprendi a sentir sem me esconder. E também aprendi — talvez a lição mais difícil — o limite entre participação e perda de mim.


